terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A política portuguesa e os seus protagonistas



Em tempo de balanço de ano, importa chamar a atenção para algo que não tem sido referido: a qualidade dos dirigentes actuais da política portuguesa.
O que aliás é algo muito raro. Nem sequer é cíclico. Desde Mário Soares que a excelência não integrava o exercício político. Com algumas asneiras pelo meio, é certo. Mas, no geral, a tríade de homens que nos representa no poder tem feito um trabalho meritório

domingo, 25 de dezembro de 2016

George Michael


Os sons que marcaram a nossa vida estão pouco a pouco a desaparecer. Precisam de ser substituídos, se possível com mulheres de igual calibre a embelezar os vídeos promocionais.
Adeus George Michael. Queremos outro George Michael com a mesma manequim a desfilar na passerelle transportando os retrovisores de lei no corpo que quase parecia roupa. 
Entretanto, que se está a passar com os nossos contextos de vida?

Natal é isto


Recordar e voltar a ser. Por momentos que seja. Uma vez mais. De forma dolorosa ou não. Mas remisturando os dados. Percebendo de maneira diferente. E, principalmente, preservando-nos. O que passou não volta mais. Pode acontecer parecido mas nunca igual. Até porque não somos iguais para sempre. A pessoa alegre de ontem pode ser hoje um degradante retrato de si mesma. Merecendo o nosso amor ou não.
Uma coisa é certa: não se ama alguém por acaso. Por isso é que é difícil encontrar quem mexa connosco. Que nos convoque de corpo inteiro e de espírito. Por ser um sentimento tão selectivo nunca acreditei no fim do amor. Pode esmorecer, ficar entre parêntesis, esquecido até. Mas está lá. E capaz de voltar a nascer mais rápido que um semáforo vermelho que passa a verde.
Cumprindo-se desta forma o Natal, a Páscoa, o primeiro dia de férias, a celebração da Restauração, agora.
Marina Abramovic, Ulay, Leonard Cohen, Marianne Ihlen sabiam e sabem disto.

sábado, 24 de dezembro de 2016

É Natal


 – É agora que apanho o tipo que escreve neste blogue. Deve estar a chegar para passar o Natal com a família.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Um bocado de compostura, meus senhores

No dia em que se comemora a restauração da independência frente aos interesses imperialistas espanhóis, sendo eu desde muito pequeno adverso à forma de ser do povo que insistia (e subliminarmente continua) em querer incluir Portugal no mapa do seu país, ainda assim pergunto, porque não entendo, e ninguém explica de forma plausível, a atitude vergonhosa do Bloco de Esquerda no Parlamento. 
 Ou justificam como deve ser ou então fico à espera que sejam as primeiras vítimas da lei que querem fazer aprovar, a da eutanásia. Com urgência, por favor.

Foto SIC